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Atraiçoar não é sexo não convencional

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Atraiçoar não é sexo não convencional

Atraiçoar não é sexo não convencional

 

Atraiçoar não é sexo não convencional. Você acha que atraiçoar alguém vale a pena?

Sexo, e principalmente sexo não convencional, é uma coisa que, a partir do momento que você começa a fazer, não tem mais volta.

Seja você homem ou mulher, gay ou hetero, não importa.

Um sexo gostoso muda o dia e quiçá a semana de uma pessoa, e por isso fazemos tanto, não só para reproduzir.

É bom, e é bom demais.

Portanto muita gente descobriu que pode ganhar um dinheirinho em cima da própria experiência sexual, seja com ejaculação precoce, contando histórias da própria vida ou ensinando homens e mulheres a se tornarem irresistíveis.

Mas você já parou para pensar nas consequências do sexo?

Vivo dizendo que a liberdade é poder fazer o que quiser sem machucar outras pessoas.

Infelizmente, tem gente que acredita que liberdade é apenas fazer o que quiser, mas não é bem por aí.

Encare a minha personalidade e a minha vida por exemplo.

Eu sou uma mulher adulta, auto suficiente,  sei o que eu quero e adoro sexo, especialmente sexo não convencional.

Mas tem um porém: eu gosto de fazer com quem eu amo, porque na minha opinião é o melhor jeito de obter prazer: proporcionando prazer sem medidas ao outro.

Quando você não ama a pessoa com quem está transando, não liga muito para o que ela sente, mas sim em obter o próprio prazer.

Já a minha amiga Angélica, da qual falei bastante aqui no blog, ela gosta de curtir sua liberdade sem firmar um compromisso com ninguém.

Ela sai por aí, dançando, beijando e transando loucamente com a homarada e sempre deixa muita claro que não quer compromisso, e por isso não precisa atraiçoar ninguém.

Muitos deles também não querem então sai todo mundo feliz.

 

Atraiçoar não é sexo não convencional

Atraiçoar não é sexo não convencional

 

A história de Caio – sexo não convencional ou atraiçoar?

Tenho um outro amigo que se chama Caio, somos amigos de longa data, mas ele é meio cabeça dura.

O Caio namora uma menina super chatinha, que não o deixa viver a própria vida sem o consentimento dela.

A menina se chama Patrícia, e já o inferniza há uns bons anos.

Por que não terminam?

Porque trata-se de um relacionamento abusivo: quando ele ameaça terminar, ela diz que vai se matar.

Já apelidamos o Caio de tonto na roda, deixa que se mate!

Se tem uma coisa no mundo que ele não é, é obrigado.

Menina chata.

Um belo dia chegou a vez dele de sacanear com ela.

Não que eu aprove essa atitude, mas de qualquer forma foi um escape.

O casal viajou para Pindamonhangaba, cidade dos pais da Patrícia.

Ela tem uma irmã mais nova, de 19 anos e que, se eu fosse lésbica, pegaria com gosto.

A menina é maravilhosa, tem seios fartos, bumbum redondinho e empinado e uma cinturinha de pilão.

Chegando lá a família os recebeu muito bem, com alegria e cordialidade, já que fazia muito tempo que não visitavam a casa.

Da última vez que Caio vira a menina, ela tinha uns 16 anos, ainda era meio moleca e não havia se desenvolvido muito.

Agora… um pitel.

Foi uma típica história de filme pornô barato, mas aconteceu mesmo.

Os pais da Patrícia pediram ajuda dela com a limpeza da piscina, porque mais tarde fariam um churrasco.

Pediram para o Caio ir até o mercado comprar carne e mandaram a Giovana – irmã mais nova – junto porque ela sabia o caminho.

Tudo normal e tranquilo até chegar no estacionamento do comércio, que estava vazio.

A menina desceu rapidinho do carro, deu a volta e empurrou Caio contra a lateral do capô.

Ela começou a beijá-lo como se nunca tivesse feito isso na vida.

 

Um beijo de atraiçoar

 

Ele a afastou e perguntou se ela estava ficando maluca.

Ele namorava sua irmã e não queria fazer algo louco como atraiçoar, que absurdo, imagina se os pais delas ficassem sabendo etc.

Ela só respondeu o seguinte: “você acha que eu sou tonta?

Eu vejo a forma com que você me olha.

Você quer tanto quanto eu, e até vocês irem embora eu vou cair de boca gostoso no namoradinho da minha irmã”.

Caio ficou sem reação porque ela tinha razão mesmo.

Ela era muito gostosinha.

Quem dera eu ter aquele corpão.

Até o churrasco, Giovana não fez mais nada, nem se insinuou, porém Caio sempre que a via ficava de peru duro.

Pelo amor de Deus, ele pensava, mas não podia evitar.

No outro dia de manhã uma amiga da Patrícia apareceu na casa dos pais dela para conversar; enquanto colocavam o papo em dia Caio ficou dormindo, e estava só de cueca e regata.

Sonhava com um oral da Giovana, já que a Patrícia nunca queria fazer.

Acordou assustado e percebeu que o sonho não era sonho nada: a menina estava lá, com uma camisola e lingerie vermelhas, se deliciando.

Ele mandou ela parar imediatamente, aquilo estava errado, atraiçoar não era do seu feitio, os pais dela podiam aparecer a qualquer momento.

“Meus pais estão na piscina, e a chata da Patrícia está fofocando na sala.

Você tem a oportunidade única de me pegar de jeito agora.

Vai perder?

Ela nunca vai saber, eu só quero você, e sei o quanto minha irmã te inferniza.

Deixa eu te fazer um carinho, vem aproveitar um sexo diferente…”

 

 

Sexo gostoso.

 

Ele não resistiu.

Que se dane, pensou.

Giovana tinha mesmo razão, a vida dele era um inferno; sexo ruim, uma namorada irritante e egocêntrica, além do ciúmes excessivo.

A boca de Giovana estava quentinha e macia, o que deu vontade de beijá-la de novo.

Ele a deitou na cama e se deitou por cima, beijando-a muito.

Foi abaixando até chegar na sua calcinha, afastou-a com a língua e fez a menina gemer baixinho.

Os dois transaram mais umas duas vezes nessa visita e vivem trocando mensagem de texto.

Já dissemos para ele parar com isso, afinal ela é irmã da namorada dele.

Se a Patrícia descobrir, vai ser um escândalo na família, mas Caio parece não ligar muito para isso.

Esse não é um exemplo de sexo não convencional que eu recomendo.

Atraiçoar, na minha opinião, é abominável.

É claro que existem casos e casos, mas sempre dá para terminar antes de chegar ao ato com outra pessoa.

É falta de fidelidade, mas acima de tudo, de lealdade.

Curta o sexo sem machucar ninguém, seja física ou psicologicamente.

 

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