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A Descoberta do Prazer com o Pompoarismo

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Prazer com o pompoarismo

A Descoberta do Prazer com o Pompoarismo

A Descoberta do Prazer com o Pompoarismo.

Desde pequena gostava de descobrir coisas novas. Aquilo sempre me dava um prazer enorme. Só que com o passar do tempo, as coisas normais às quais todos têm comum acesso se tornaram sem graça pra mim.

Descobrir uma comida nova já não era tão empolgante, muito menos um filme do submundo da indústria cinematográfica. Eu queria coisas intensas. Até que eu fiquei sabendo de algo chamado pompoarismo.

E num instante tudo mudou: minha nova obsessão seria descobrir o prazer com o pompoarismo que tanto falavam ser possível através de suas técnicas. Se antes eu já adorava sexo, agora passei a valorizar ainda mais esse momento. Eu precisava descobrir isso.

QUEM DISSE QUE A VIDA É FÁCIL?

Eu nunca fui do tipo de mulher pudica. Logo cedo eu perdi minha virgindade, aos 13 anos, meu corpo ainda nem estava formado completamente. Mas eu já sentia aquela vontade louca de me entregar ao prazer que eu tinha ao me masturbar.

Logicamente minha primeira vez não foi muito boa, mas com o passar do tempo as coisas mudaram. Hoje tenho 26 anos e posso dizer que já transei bastante e não tenho vergonha disso.

Mas engana-se quem pensa que eu já fiz com vários caras. Apenas sete constam na minha lista. Seis foram meus namorados.

Eles gostavam de ficar comigo, afinal, eu não dava descanso. Todos os dias eu precisava ir para a cama e ter um momento de prazer com alguém que eu era apaixonada.

Para mim, qualquer momento oportuno deveria ser aproveitado. E não, não sou uma ninfomaníaca, sempre consegui me controlar quando era necessário.

O problema todo é que eu estava deixando de ver graça no sexo depois que descobri o pompoarismo. Por quê? Porque eu não tinha condições de realizar os treinamentos.

Aqui onde eu moro, no interior de São Paulo, não há nenhum lugar especializado no assunto. Então, eu tenho que me virar com as técnicas que existem na internet por esses blogs aí que você também deve conhecer.

Mas, assim como acontece com muitas mulheres, eu não conseguia colocar em prática todas as dicas que eu via. E as que eu conseguia fazer não davam em nada. Outro fato: eu tive que fazer hora-extra no trabalho e fiquei sem tempo por alguns meses.

Com isso todas as minhas transas ficaram sem graça e importância. Toda vez que meu namorado ia à minha casa para passar a noite, eu só ficava pensando no que eu poderia sentir e no que eu poderia fazê-lo sentir caso eu dominasse a arte de pompoar.

E não adiantava o que ele fazia. Às vezes ele me pegava de surpresa por trás na cozinha, beijava o meu pescoço, mordia e respirava aquecendo a minha pele, me deixando louca pra ter um orgasmo.

Suas mãos desciam pela minha cintura e entravam na minha calcinha, chegando perto do meu clitóris, demorando um pouquinho e finalmente me masturbando, com toda a empolgação.

Eu ficava louca, queria mais, queria sempre mais. Às vezes eu achava que todo esse esforço da parte só piorava as coisas. Ele aumentava o meu tesão e o meu desejo de pompoar, só que o orgasmo era sempre um orgasmo normal de sexo.

Talvez você esteja desdenhando de mim, reclamando que eu tive um orgasmo, enquanto muitas mulheres não conseguem chegar nem a este ponto. Pois é, mas mesmo assim eu não iria me acomodar com pouca coisa, mesmo que muitas não tenham acesso a isso.

Toda essa história mudou quando em uma das minhas buscas pela internet achei algo aparentemente incrível.

O PRAZER COM O POMPOARISMO FOI DESCOBERTO

Encontrei um curso que me ensinava tudo o que eu precisava saber para pompoar com qualidade e gozar muito gostoso. Pelo menos era isso o que eu pensava que teria quando vi a descrição do produto.

Como eu já estava desesperada para dominar o pompoarismo, eu fiz minha inscrição sem pensar duas vezes.

E daí eu descobri o prazer com o pompoarismo. Comecei a assistir e a treinar. Com o passar do tempo vi que realmente os exercícios davam certo e eu poderia fazer isso sem tantas dificuldades.

Depois de algumas semanas eu já fazia tudo naturalmente e sem tantos esforços como no começo. Passaram-se dois meses e eu já me sentia segura para mostrar ao meu namorado o que eu tinha aprendido.

Eu não queria mostrar algo pela metade, por isso esperei tanto tempo. Embora ele já tivesse percebido algumas diferenças no sexo. Principalmente no meu humor, eu não estava tão desiludida quanto antes.

E o tão aguardado dia chegou. Eu disse a ele que tinha uma surpresa na cama e ele veio com muita vontade. Chegou com um buquê de flores que já foi jogado rapidamente em cima da mesa.

Eu estava vestida com um decote impressionante. De todo modo o meu colo estava toda a vista e ele pirava quando via o meu pescoço e os meus ombros destacados.

Ele me puxou e pegou forte no meu bumbum e, eu o perdoo por isso, rasgou um pouco do meu vestido ao arrancá-lo para fora do meu corpo.

Finalmente eu tinha arranjado um namorado que fosse tão sedento por sexo quanto eu. Nós dois nos desejávamos ardentemente e aquela noite prometia ser uma das mais marcantes da nossa história.

Ele foi me beijando, puxando meu cabelo e me jogando contra a parede. Eu não ficava atrás e também puxei o seu curto cabelo enquanto mordia o seu queixo e enfiava a mão dentro de sua calça, pegando com firmeza e sentindo o quanto ele estava duro.

Como eu queria dar um show naquela noite, me abaixei e comecei a chupá-lo ali mesmo na sala. Ele mal tinha chegado e já estávamos nas preliminares. Sem jantar, sem nada, tudo isso poderia esperar.

Chupei com vontade e o fiz gozar na minha boca. Ele quase nunca ejaculava no sexo oral. Levei-o para o quarto e ele disse “é a minha vez”. Jogou-me na cama com firmeza, abriu as minhas pernas bruscamente e não economizou lá embaixo. O orgasmo veio devagarinho, até porque ele me lambia devagar, com isso o estouro de prazer foi lento e maravilhoso.

Ele já estava pronto para a outra e não esperou eu me recompor e já foi colocando tudo pra dentro, com força, eu gemi logo na primeira. Ele viu minha reação e continuou.

Como eu era bem menor que ele e seus braços eram largos, sem dificuldade alguma ele pegou na minha nuca e como se eu fosse uma fera domada me penetrou de um jeito que eu nunca tinha sido antes.

Estava tudo tão perfeito que eu tinha me esquecido do que eu podia fazer também. Embora ele domasse todo o meu corpo, havia algo que estava fora de seu controle.

Primeiro eu comecei a contrair meu primeiro anel vaginal, vi em seu rosto algo diferente, mas que significava prazer. Depois desci e apertei meu outro anel com mais força e fiz o mesmo com o terceiro.

Na volta para o primeiro reuni todas as minhas forças e tentei contrair bem no ponto onde a glande de seu pênis estava. Ele fechou os olhos e gemeu.

Realmente estava dando tudo certo! Continuei contraindo e relaxando os meus anéis vaginais no ritmo da transa e ao passo que eu fazia isso, além de ele sentir muito mais prazer, meu tesão crescia muito mais.

Era como se não houvesse mais mundo para mim, tudo se resumia àquele quarto e momento. Era um momento único na minha vida.

Eu não sei quantos minutos passaram, se foi rápido ou demorado, apenas sei que o que eu senti era algo desconhecido, mas que para mim agora se apresentava: o prazer sexual do pompoarismo.

Eu senti algo se aproximando ou senti como se eu me aproximasse de algo. Estávamos em transe. A cada anel contraindo eu me sentia mais perto. O tempo parou e eu tive o orgasmo mais forte que eu já senti. Foi a descoberta do prazer com o pompoarismo.

Por mim aquele momento duraria a eternidade. Eu finalmente gozei e fiquei por algum tempo, não me pergunte quanto, sem enxergar bem, para depois voltar ao normal e ver que meu namorado estava embasbacado, embora continuasse fazendo o seu serviço.

Ele me falou depois que nunca teve transa igual. Eu apenas olhei para ele com meus meigos olhos e sorri, beijando-o e dizendo que isso era apenas o começo da nossa nova vida sexual.

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