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Erotika Fair – maior feira de sexy shops da América Latina

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Erotika Fair - maior feira de sexy shops da América Latina

Erotika Fair – maior feira de sexy shops da América Latina

Sexy shops são ainda um tabu consolidado na sociedade brasileira e mundial. Porém, indo contra esse e tantos outros tabus, a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) em parceria com a Loja do Prazer produz, todos os anos, edições da Erotika Fair, feira de exposição de produtos, linhas, ideias e tudo que for voltado ao mercado erótico nacional.

Erotika Fair – maior feira de sexy shops da América Latina.

São inúmeras sexy shops, marcas e linhas expostas. No ano de 2015 a Erotika Fair aconteceu dos dias 6 a 8 de março – infelizmente já foi, mas não perca a edição do ano que vem! – e foi aberta para expositores, imprensa e casais. Detalhe para os casais interessados e os possíveis visitantes que queiram “burlar” o sistema: precisa dar o maior beijão na entrada para provar que as pessoas formam um casal – sendo gay ou hetero.

Neste ano, o foco de praticamente todos os expositores foi o lançamento do filme 50 Tons de Cinza. Eles exploraram muito o conceito da brincadeira e da prática BDSM que há representada no filme. O mercado erótico brasileiro teve, no ano de 2014, o pior dia dos namorados da história; tudo isso porque a estreia da Copa do Mundo da Fifa no Brasil foi justamente no dia 12 de junho. Portanto neste ano era esperado um aumento considerável nas vendas das sexy shops, e realmente, o aumento aconteceu.

De acordo com a presidente da ABEME, Paula Aguiar, o foco da indústria erótica está se voltando cada vez mais para os casais casados há mais de vinte anos. Não mais os produtos são “coisa de prostituta”, muito menos de quem está sozinho no amor. As sexy shops estão mudando seus layouts, quero dizer, estão diminuindo o exagero sexual que está presente nas embalagens e investindo mais em discrição.

As donas de casa estão procurando cada vez mais por produtos dessa natureza para apimentar a relação com seus maridos. Apesar da iniciativa delas, os homens raramente se mostram clientes de sexy shops, principalmente os heterossexuais. De modo geral, ainda são elas quem compram os itens, mesmo que sejam para eles.

O que me faz lembrar de outra novidade de 2015. Os evangélicos estão entrando na dança do mercado erótico também, lançando livro e linha de produtos voltados ao público evangélico fervoroso. É comum associar a religião ao celibato, ou então à ilusão de que ninguém faz sexo, que sexo é pecado, mesmo as pessoas casadas.

A intenção desse livro e linha é justamente desmistificar o conceito de pecado do sexo, porque afinal, o sexo dentro do casamento é visto como uma bênção. Os responsáveis pelo lançamento – alguns deles evangélicos – perceberam que os casais que frequentam a igreja mal se tocam, conversam ou riem juntos. São muitos anos de convivência e a rotina bateu com tudo em suas portas.

Então eles criaram um manual das sexy shops para pessoas evangélicas. O livro explica o que é e o que não é pecado; o que eles podem e não podem fazer, e que um pouco de diversão com seus cônjuges não é errado e até bastante recomendável para manter a chama do amor acesa. Então a ida a sexy shops pode ser permitida, com o consentimento dos dois, e determinados produtos não têm restrições para serem comprados.

Por enquanto, a linha engloba apenas os géis para massagem, e o mais bacana é que as embalagens são tão discretas que nem parecem produtos sensuais. São suaves, com borboletinhas e outras imagens fofas desenhadas. Os produtores pensaram muito nas pessoas guardando o produto em casa e alguma visita encontrar; com uma embalagem dessa ninguém vai desconfiar de nada e todos ficam livres de constrangimentos.

Se a linha de produtos vai se expandir ainda não sei, porém seria bem bacana, você não acham? Sexy shops democráticas para toda e qualquer pessoa, de qualquer religião, se sentir a vontade para adquirir produtos eróticos.

Com relação ao filme 50 Tons de Cinza e suas polêmicas envolvendo a liberdade sexual da mulher e violência contra a mulher, a posição dos expositores é a seguinte; as cenas representadas ali em nada se comparam com o verdadeiro BDSM, e são mera interpretação de brincadeiras. Qualquer casal pode experimentar em casa, juntos decidindo o que gostam e o que não gostam entre quatro paredes.

Mas acho que vale apimentar a relação de um casal, seja de namorados ou de casais casados. As sexy shops estão tomando um rumo diferente do que conhecíamos há alguns anos, como se fosse o local proibido, cheio de pecado e atitudes erradas.

Afinal, acredito que quando se tratam de brinquedinhos de sexy shops o interessante é conversar com o parceiro ou parceira antes, afinal, a comunicação no sexo é sempre a zona mais erógena em um relacionamento.

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