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Espectrofilia: prazer do sexo paranormal

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Espectrofilia: o prazer do sexo paranormal

Espectrofilia: prazer do sexo paranormal

Espectrofilia: prazer do sexo paranormal

A mente humana é capaz de criar e recriar fantasias que proporcionam prazer das mais diversas formas e modos. Algumas que duram apenas na imaginação, outras que ganham dimensões expressivas e concretizadas no sexo. E nos casos em que a excitação está relacionada ao prazer do sexo paranormal?

Estamos falando de uma tara que existe há milhões de anos, chamada espectrofilia e que é o desejo sexual por fantasmas. Nestes casos a excitação e desejos são fundados em pensamentos, sonhos e reflexões em que as pessoas se utilizam de um alto estado imaginativo para realizar suas fantasias que para elas são perfeitamente verdadeiras e repletas de prazer tanto quanto o sexo com pessoas comuns.

Não se sabe ao certo a origem dessas fantasias. O fato é que há relatos de acontecimentos dessa natureza desde o inicio das civilizações. Acredita-se que estes relatos devam ter surgidos na idade média, especialmente entre a monarquia e a plebe. Pois as pessoas dessa época, não diferentes das pessoas de hoje, alimentavam fantasias que incluíam delírios com os seus monarcas.

Tanto homens quanto mulheres usam sua imaginação para criarem fantasias a cerca de tudo em sua volta e nada mais inspirador do que criar fatos e contatos com seres inalcançáveis, invisíveis, imagináveis. Principalmente para as mulheres, as quais pesquisas apontam que são as que mais preferem esse tipo de fantasias. É o seu caso? Em mulheres como Pandora e Violet de Behemoth seus comportamentos eram claramente ligados a espectrofilia.

Além dos fantasmas, outros seres podem ser incorporados durante os delírios imaginativos da espectrofilia, entre eles os deuses da antiguidade. Antigamente as pessoas com esses desejos, nem imaginavam que era tara, mas curtiam à beça suas fantasias. Havia pessoas que deixavam suas janelas e portas abertas quando deitavam e esperavam que estes seres entrassem para encontrá-las.

Mesmo antes do termo espectrofilia surgir, já havia pessoas que diziam fazer sexo com espíritos. As mitologias estão cheias de histórias como essas a exemplo dos Jinns do floclore  Árabe e os Dusii do folclore Celta. Outras mitologias que apresentam sinais de espectrofilia são as mitologias Grega e Hindu.

Existe também a crença religiosa sobre Succubus e Incubus. Succunbus é um espírito maligno que se manifesta na forma feminina para seduzir os homens. Incubus é um demônio que assume a forma masculina para seduzir mulheres com o objetivo de engravidá-las. Esse tipo de crença leva alguns a pensar que estes espíritos assumem formas humanas para se relacionarem sexualmente com humanos, principalmente mulheres.

A espectrofilia é considerada uma “parafilia” que é um tipo de comportamento sexual em que a sensação de prazer do sexo não se dá pela cópula dos órgãos sexuais, mas por visualização do objetos ou situações inusitadas do desejo sexual, mesmo que esses objetos sejam imaginários.

Esse tipo de comportamento pode ser confundido com perversão ou anormalidade. Porém os psicólogos garantem que, mesmo sendo estranha, essa pratica é considerada normal e inofensiva desde que não interfira negativamente na prática sexual normal. O que vem a ser uma boa notícia para aquelas mulheres que sentem desejo por espectros, mas têm receio de vivenciar ou mesmo de comentar com alguém.

No caso dessas pessoas, elas curtem se relacionar com fantasmas, espíritos e deuses. Muitas sentem prazer em fazer sexo com seres imaginários, criados por suas próprias mentes, outras até criam suas fantasias baseadas em personagens de historias ou filmes de terror.Como no filme “As Sete faces do Dr. Lao”, em que a protagonista dança freneticamente para um libidinoso deus chamado PAN.

Uma historia curiosa é a de Adrien Blackwell, que mora nos Estados Unidos e se diz vidente especializada em sexo. Aos 32 anos, ela já ganhou a alcunha de “sexorcista”, isso porque ela é muito procurada por pessoas que querem ser exorcizadas dos espíritos com os quais têm relações.

Adrien diz que sexo com fantasmas é “do outro mundo” e que seu parceiro sexual chama-se Beta que seria um líder de uma tribo de índios e teria existido a mais de 250 anos. Ela explica que contou sua historia para que a espectrofilia deixe de ser tabu e completa que essa prática não é assim tão rara, mas que a maioria dos espectrofilos não falam sobre o assunto com medo de serem ridicularizados.

Um caso famoso de espectrofilia e que fez o termo aparecer mesmo para a sociedade foi o de Doris Bither, que relatou ter sido abusada sexualmente por 3 espíritos, sendo que dois desses teriam a segurado para que o terceiro a violasse. Durante as investigações, ela apresentou várias lesões que teriam sido provocadas pela luta que travou no momento do acontecimento. O caso é considerado o fato paranormal mais documentado e investigado.

Estudiosos afirmam que assim como existem inúmeras atividades sexuais no mundo físico, existem também no mundo espiritual. Mas seriam estas “manifestações” sexuais algo verdadeiro ou fruto da imaginação fértil de humanos altamente criativos?

E você, qual sua opinião sobre esta tara? Você tem alguma tara ou fantasia que gostaria de ver publicada aqui no blog? Deixe abaixo seu comentário. Sugira uma publicação.

 

 

 

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