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A Fantasia de Ser Estuprada

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A fantasia de ser estuprada

A fantasia de ser estuprada

Fantasia de ser estuprada.

O mundo sexual tem muitas novidades a serem exploradas para garantia do prazer entre ambos os lados em um casal, considerando todos os tipos de técnicas, manobras ou posições variadas.

Com a influência oferecida por filmes e seriados que levantam temas desse tipo, a curiosidade aguça e muitos casais acabam experimentando medidas diferentes na cama, descobrindo formas diferenciadas de vivenciar o prazer e garantir a satisfação mútua.

Entre essas medidas variadas, a fantasia pelo estupro é um dos métodos mais explorados com a onda de popularidade de historias de sadomasoquismo, como as ideias expostas pela trilogia de livros “Cinquenta tons de cinza”, que explora a selvageria sexual e a sede pela violência na cama. Dentro desta vontade um tanto quanto excêntrica, vamos entender um pouco mais sobre o assunto:

Fantasias femininas no sexo

Todo tipo de fantasia é permitida na cama, considerando os mais estranhos desejos e vontades da mulher. O corpo feminino, assim como o masculino, pede pela satisfação no sexo tanto quanto o homem, se aproximando muitas vezes de fantasias diferenciadas. A criatividade não falta.

Dentre fantasias de sexo em lugares públicos, vontades de transar ao ar livre e fantasias com personagens específicos, também sobra espaço para as ideias que envolvem a violência, como a fantasia de estupro.

O prazer na simulação de estupro

Muitos especialistas têm dificuldades em falar sobre o assunto, mas a fantasia de estupro é muito comum entre as mulheres e traz o prazer mais rápido, levando ao orgasmo quando a mulher se imagina sendo violentada.

Acontece que, na fantasia, não é tão violento ou fisicamente prejudicial: De forma segura e relaxante, a fantasia envolve mais um cenário imaginário do que uma situação presencial de risco. A mulher geralmente trabalha na sedução de forma ingênua, quando é “atacada” pelo parceiro na cama e tem seu desejo cativado pelo sexo livre, sem qualquer tipo de tradicionalismo ou convenção na cama.

Evitando o comum, a fantasia do estupro foge da transa convencional, onde os parceiros se acariciam e trocam essências afetivas: Nessa fantasia, o que vale é a surpresa, a espontaneidade e, principalmente, a aplicação da violência, em doses homeopáticas.

A popularidade do masoquismo

A ideia da violência surge com a influência do masoquismo, onde a pessoa sente prazer em sentir dor, principalmente no que se refere ao ato sexual. O apetite pela dor e pela sensação de apanhar faz com que ela sinta vontade pelo sofrimento, apanhada pelo desejo de sentir, na dor, um diferente tipo de prazer.

No masoquismo, a tendência é oposta ao sadismo, onde a pessoa se sente bem ao receber o sofrimento físico de outra pessoa, numa prática onde ela gosta de se machucar. Sentir dor no corpo é um prazer sexual à pessoa com fantasias de estupro, pois a mesma se encontra numa situação de inferioridade perante o parceiro sexual e sente na pele o prazer de imaginar a extensão daquela dor e da sensação real da mesma.

A fantasia do estupro, portanto, vem de desejos masoquistas, cativando o prazer pelo sexo violento.

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