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O pompoarismo mudou minha vida

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O pompoarismo mudou minha vida

O pompoarismo mudou minha vida

O pompoarismo mudou minha vida

Nem sempre eu gostei de fazer amor. Sempre fui uma pessoa mais reservada, sem muitos fetiches, nem muito interesse pelo que acontece entre quatro paredes. Fui criada num sistema religioso, e o sexo era literalmente apenas para reprodução. Como todos à minha volta viviam no mesmo sistema, até os meus quinze anos acreditava que todos estavam certos.

Até que no ensino médio, fui estudar em uma escola mais democrática, em que precisávamos prestar uma prova e portanto havia alunos de todas as partes da cidade, de todas as classes sociais. Nos anos de ensino médio foi que eu descobri que o sexo não necessariamente precisava ser um tabu; ele podia ser prazeroso e importante em um relacionamento. Fiz amizades interessantes, nas quais eu podia revelar o que fazia com o namoradinho que eu tinha e as minhas amigas faziam o mesmo. Foi uma época de descoberta.

O início de tudo

Fui perder a virgindade com dezenove anos, e no início meu namorado era todo fogoso, gostava de transar o tempo inteiro. Detalhe: eu tinha descoberto que o sexo poderia ser prazeroso, mas as novidades paravam por aÍ: nada de fantasia, nada de libido extrema, nada de loucuras. Tanto que virava e mexia eu dizia que não estava a fim.

As novidades partiram dele, na verdade. Ele começou a caprichar mais no oral e me levava à loucura em dez minutinhos. Eu fui pegando gosto pela coisa e quando percebi, já estava inovando também. Procurava por posições diferentes, brinquedinhos e até lugares esquisitos; dentro do carro ou locais em que podíamos ser descobertos a qualquer minuto – o que aliás eu recomendo, porque é uma delícia.

Fazer amor em público é gostoso por dois motivos: primeiro, você se sente livre e em contato com a natureza, sério, sem sacanagem. Segundo, porque você pode ser pega a qualquer momento, e convenhamos, perigo é muito excitante, né? Além do mais, todo mundo tem um tesãozinho em transar no capô do carro, ainda mais se o seu companheiro tiver aquele carrão bonito.

Tanto eu quanto ele aprendemos ao longo do relacionamento que o sexo era importantíssimo; um namoro não se resume a isso, mas é o sexo que aproxima um casal, que dá uma intimidade tremenda e que funciona como trégua na hora dos conflitos.

Por essas e outras é que tanto ele como eu amamos fazer amor. Depois de tantas experiências não havia mais um momento a dois em que eu não estivesse a fim. Homem, vocês sabem, está sempre a fim então não preciso nem falar nada sobre ele.

Mas não era o bastante…

Ainda assim tinha vezes que o sexo entediava. Era sempre a mesma coisa, as mesmas posições, os mesmo lugares, o mesmo tempo, acabamos caindo na rotina depois de um certo período. Demorou, mas chegamos ao marasmo, sim. Não sabíamos mais o que fazer, tentamos todas as fantasias, todos os fetiches – apenas os saudáveis, é claro – todos os motéis, até os temáticos, mas as opções acabaram.

Ah, esqueci de dizer uma coisa: os malditos gases vaginais. Como eles me irritavam. Era um saco, toda vez que íamos trocar de posição, principalmente quando estávamos de quatro era um terror, aquela barulheira toda.

Para o pessoal que não sabe ou não sofre com eles, os gases vaginais são, basicamente, o ar que entra na vagina no momento em que a relação sexual acontece. Como o pênis entra e sai, o ar entra e fica acumulado dentro da vagina. Na hora que a mulher vai se mexer para trocar de posição, se não souber contrair os músculos corretamente, o ar sai como se fosse um pum. Não tem cheiro, é claro, mas é extremamente desconfortável, pelo menos para mim.

Enfim, toda a comodidade e esses gases começaram a me deixar insatisfeita com minha vida sexual. A culpa não era do meu namorado, longe disso, coitadinho. Ele sempre fez o melhor por mim. Mas, como diz a sabedoria popular, você pode ficar um milhão de anos com uma pessoa, ela vai continuar te surpreendendo até o fim da vida.

Foi o meu caso; estávamos lá, eu e o Júlio, meu namorado delícia, no maior love depois de uma transa de leve, carinhosa e cheia de momentos-clímax (afinal de contas todo mundo sabe que o sexo é muito mais gostoso quando feito com quem a gente ama).

Nós dois estávamos conversando sobre nossa vida sexual, o que mais gostamos, o que o outro fez que um não gostou, essas coisas – o que aliás eu recomendo muito que você faça com seu parceiro – quando ele sugeriu o seguinte: por que você não começa a fazer exercício?

A sugestão.

Na hora eu quis socar ele. Tá me chamando de gorda, pensei. Mas ele logo explicou; exercícios de pompoarismo. Pompoarismo são aqueles exercícios que a gente faz para poder contrair os músculos que quisermos da vagina, no momento em que quisermos, seja no ato sexual ou não.

Pensei comigo, taí. Vou tentar fazer esses exercícios para ver como funciona e se realmente funciona. Menina, encontrei um curso online, que me dá todas as dicas e todos os exercícios que preciso fazer em cada rotina, e que sucesso! Minha vida sexual agora é outra; se eu quiser prender o pênis do Júlio eu consigo. Faz um ano que estou praticando os exercícios todos os dias e posso dizer, com toda a certeza, que mudou a minha vida.

Não sei se vocês sabem, mas o pompoarismo não ajuda só a ter prazer. Os gases vaginais também nunca mais se manifestaram, e eu nunca mais fiquei constrangida. Agora eu sei como contrair certinho para não fazer aquele barulho horroroso. O Júlio amou, e toda vez que o curso indica algum exercício novo ele quer ficar sabendo, quer participar. São tantas posições e tantas opções que vai ser difícil a nossa vida sexual ficar chata de novo.

Outra coisa: quando eu ficar mais velha, não preciso me preocupar com prolapso da bexiga, do útero e tudo que pode acabar “caindo”. O pompoarismo também garante uma saúde genital melhor, gente. Eu sou um exemplo vivo, pode acreditar. Pompoarismo é sucesso.

E você, vai esperar até quando para começar os exercícios?

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