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Pompoarismo: contando uma experiência pessoal

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Pompoarismo: contando uma experiência pessoal

Pompoarismo: contando uma experiência pessoal

Pompoarismo: contando uma experiência pessoal.

Hoje o artigo vai ser pesado. Brincadeira, é que eu resolvi escrever uma das experiências que tive logo depois de começar a pompoar, quando estava completando dois meses de rotina diária de exercícios. Foi excitante e até um pouco engraçado, vou contar para vocês então.

Os pais do Júlio, meu namorado, têm uma casa no campo e todos os anos no período mais frio do ano nós aproveitamos para ir visitá-los. A família dele é bem de vida, tem bastante dinheiro, e como eles moram nessa casa, quase nunca nos encontramos. Então num fim de semana tranquilo, tiramos uma folga para nós, tanto o Júlio quanto eu, dos nossos respectivos trabalhos. Pois bem, fizemos as malas, pegamos o carro e fomos para Artur Nogueira, cidadezinha onde fica a casa.

Os pais do Júlio ficaram super felizes com a nossa visita e o quarto de hóspedes já estava todo arrumado. Fazia alguns dias que estávamos na seca, o trabalho tinha tomado muito tempo naquela semana, e eu estava doidinha para namorar. E ele também, é claro. Infelizmente, tivemos que segurar as pontas porque o pai dele queria mostrar a sua hortinha, planta por planta, e depois quis ir pescar no tanque de tilápias que ele mesmo mantém.

Os olhares do Júlio para mim praticamente atravessavam a minha roupa, e quando os pais dele não estavam olhando, ele me fazia gestos nada cristãos. Eu estava adorando. Tinha aprendido um exercício novo e estava doida para testar.

Ao final do dia, saímos para jantar e os pais dele disseram que precisariam visitar um amigo distante que estava a passeio na cidade e disseram para irmos para casa. Sucesso, a casa seria só nossa por algumas horas.

Chegamos na casa e ele não me deixou nem sair do carro direito. Quando eu bati a porta do carro, ajeitando a bolsa transversal que estava usando no corpo, ele veio súbito e a jogou longe. Me prensou contra o carro e entre beijos furiosos dizia que mesmo se tivessem vizinhos ou qualquer pessoa olhando, ele ia me possuir ali mesmo. Ai, meu Deus!

Sabe aqueles filmes em que o casal sai batendo em tudo que é porta, parede e móvel? Qualquer superfície vira cama e o tapete vira ninho de amor? Então, foi nessa situação que nos encontrávamos, e o negócio foi ficando cada vez mais quente mais quente mais quente até que ele anunciou que não ia aguentar mais.

Nessa hora eu pensei “ah vai aguentar sim”. O novo exercício que eu tinha aprendido era como retardar o clímax do parceiro. Sabe quando vocês estão lá no rala e rola e ele tira o pênis e o segura de um jeito diferente, mais na parte superior? Eles fazem isso para retardar a ejaculação, e tem um exercício de pompoarismo que promete fazer a mesma coisa. Pois aquela era a minha chance. Fiz a contração e adivinha? Consegui evitar a ejaculação dele!

Não sei se susto ou qualquer reação momentânea, ele não sabia se tinha ejaculado, se não tinha, quem tinha segurado quem, enfim, ele ficou confuso. Não é para menos; foi a primeira vez que eu tentei usar algum exercício para fins de prazer.

Depois que terminamos de namorar, ele comentou que não sabia como eu consegui evitar a ejaculação, porque a contração foi mais gostosa de sentir do que os movimentos que estávamos fazendo. Vai entender!

Por hoje é só meninas, não deixem de ler este artigo para compreender melhor como o pompoarismo mudou a minha vida sexual para melhor. No mais, até a próxima!

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