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Técnica de Expelir Gera História Interessante de Pompoarista

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Técnica de Expelir Gera História Interessante de Pompoarista

Hoje a história que envolve pompoarismo não vai ser sobre mim e sobre o Júlio. Estávamos meio sem pauta nesta semana porque ele precisou viajar a trabalho, então fui caçar entre as minhas amigas casadas ou que namoram e fazem os exercícios íntimos alguma história que valesse a pena contar aqui no blog. Acabei por encontrar uma interessante sobre a técnica de expelir.

Tenho uma amiga que se chama Priscila, e ela é mais tarada por sexo do que eu. A Priscila está cansada de ir ao psicólogo – sério isso – para ver se consegue um jeito de diminuir sua libido. Ela não chega a ser uma ninfomaníaca da vida, mas uma vez o psicólogo dela recomendou “O homem com quem você se casar vai viver com o pênis esfolado”. Sorte que ambos eram amigos e não rolou processo. Mas ela ficou chateada.

A Priscila é praticamente casada com o Herculano, eles vivem juntos há um bom tempo.Nas horas boas, ela aproveita, deita e rola, afinal, o Herculano é uma delícia – que nem ela nem o meu Júlio leiam isso. A parte ruim é que quando o “namorido” dela faz algo de errado e ela fica brava, é só ele chegar com um chamego que ela acaba liberando. Não é porque ela não tem amor-próprio; porém não dispensa sexo nem quando está brava.

Fui conversar com ela para ver se tinha alguma história interessante e eis que encontro o tema mais engraçado dos últimos tempos, pelo menos é o que eu achei.

Faz uns seis meses que a Pri começou com os exercícios de pompoarismo, e tem um desempenho acima da média. Ela aprendeu um que se trata de fazer força para fora, para impedir que o pênis entre na vagina, e isso foi crucial para o desenrolar do conto.

Pompoarismo evitando sexo. Oi?

É isso mesmo que o subtítulo deu a entender, mas eu explico melhor. O Herculano foi para o trabalho durante o dia, e a Priscila avisou no dia e algum tempo antes também, que os pais dele viriam para jantar, e que era para ele trazer um vinho ou alguma outra bebida legal quando voltasse do trampo.

Tudo certo não fosse ele ter esquecido do jantar, da bebida e dos escrúpulos. Herculano lembrava que a Priscila havia pedido para ele levar alguma coisa para casa, e como sabia que a linda era doida por sexo, resolveu passar num sex shop.

Comprou uma fantasia de bombeiro (isso mesmo que você leu, bombeiro), colocou a fantasia por baixo da roupa e foi para casa todo animadinho.

Chegando lá, não só os pais dele mas também os pais dela, que moram no mesmo condomínio, estavam todos na cozinha conversando e rindo. Herculano, sempre de fone de ouvido, não escutou a conversa e foi tirando a roupa. Qual não foi a surpresa de todo mundo quando ouviram o grito “Vem cá, minha gostosa viciada em sexo, que hoje eu vou lhe usar!”.

Antes que a Priscila pudesse impedir, todo mundo já estava na sala e via o Herculano jogado no sofá, com o pênis para fora, numa pose nada católica e cheio de amor para dar. Priscila não sabia se ria, chorava, se jogava da janela, se batia a cabeça no chão até formar um buraco para se esconder, enfim.

Como vivemos numa sociedade machista e patriarcal, os olhos de reprovação se voltaram contra ela.

– Por que ele disse que você é uma viciada em sexo, filha?

– Fantasia, Priscila? Logo hoje? Mas que imprudência!

– Meu Deus, eu não criei meu filho para isso!

Depois de tantos olhares de reprovação, a Priscila não sabia onde se esconder e o Herculano ficou sem reação. Em um ato de desespero, se vestiu em questão de segundos, e pediu para os convidados se retirarem, pediu desculpas pelo mal entendido, que a culpa era toda dele e que se eles pudessem, por favor, esquecer o que havia acontecido ali ele seria eternamente grato. Ledo engano, achar que as pessoas esquecem esse tipo de coisa, não é?

Priscila estava desolada, coitadinha. Tinha feito bacalhau com batatas, esperava um belo vinho tinto para acompanhar, e queria ter uma noite de risadas e de família.

A sobremesa quem fizera fora a mãe dela, com tanto carinho, torta de limão seu doce favorito no mundo. Mas como a lei de Murphy procura momentos como esse para destruir, tudo de belo daquela noite tinha se esvaído.

Por alguns dias, ela nem olhou na cara do “namorido”. Ele ficou até o dia seguinte sem entender porque raios tinha tanta gente na casa dele. Quando finalmente entendeu, tentou falar com ela para se desculpar, mas sem sucesso. Ela não queria nem saber, estava chateadíssima.

Agora começo a entender por que ela quis levar as meninas para uma casa de shows que tinha go go dancers. Tive que dizer pro Júlio que uma das meninas estava numa situação ruim. Ele ficou meio bravo mas por uma amiga a gente aguenta uma briguinha com o namorado, né? Além do mais, go go dancers, gente. Delícias ambulantes.

Usando a técnica de expelir.

Pois bem, num belo dia, tanto Herculano quanto Priscila estavam necessitados, já fazia quase duas semanas do acontecido e nada de sexo entre eles. Nunca tinham passado um dia sequer sem fazer um amorzinho básico. Foi então que ela teve uma ideia e resolveu por em prática; pegou sua lingerie mais sexy, arrumou a cama e começou a se masturbar ouvindo música.

Sei lá, é um hábito diferente, mas cada um com o seu tesão. Herculano estava prestes a chegar em casa, e cada dia mais triste, coitadinho. Mal sabia ele o que o esperava.

Chegando em casa, um silêncio total. cada coisa no seu devido lugar e nada de Priscila. Foi então que ele ouviu um gemido baixinho vindo do quarto. Já pensou no pior, mas como ele é um homem calmo, resolveu ir até lá para conferir. Antes, lavou o rosto e se preparou para o que iria ver. Achou, claro, que a Priscila estava com outro homem.

Chegando no quarto ele se deparou com o amor da sua vida brincando sozinha, e deu até uma tristeza. Arrependido pelo que tinha feito, e ainda esquecido de uma coisa que ela tinha avisado há tempos, ele resolveu tentar participar da brincadeira, que na cabeça dele, funcionaria como um pedido de desculpas e pazes ao mesmo tempo. Coitado.

Ela já estava esperando por isso, e resolveu que era hora de se vingar da distração excessiva do love. Quando ele se aconchegou, ela aceitou os carinhos e o rala e rola começou. Ele ficou super animado e pensou que era ali que ele ia tirar o atraso. Coitadinho.

Na hora H, em que o pipi encontra a pepeca, ela resolveu botar em prática o exercício que tinha aprendido, de empurrar o pênis para fora. A força foi tanta que ele não conseguia introduzir o dito cujo. O que ela não contava era que ele também tinha suas artimanhas. Priscila tem muita cosquinha na axila, pescoço e pés. Ele agarrou seu pé, fez cosquinha, ela se distraiu, relaxou e ele enfiou o pipi. Ela deu um grito e não resistiu, acabaram transando mesmo. No fim, foi mesmo um pedido de desculpa e pazes. Fazer o quê? Eles se amam.

 

 

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