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Troilismo – parafilia onde o prazer está em ver

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Troilismo – parafilia onde o prazer está em ver

Troilismo – parafilia onde o prazer está em ver

É pessoal, vou chegando à conclusão de que tem louco para tudo nesse mundo. Por isso o artigo de hoje vai ser sobre troilismo, que é uma parafilia das mais doidas que já vi.

Não é pior que qualquer outra parafilia de que já falamos, mas pessoas ditas normais não considerariam isso uma prática comum, mas é comum e muitos a apreciam.

Pois bem, o troilismo se trata da forte vontade de pegar o parceiro ou parceira na cama com outra pessoa, ou seja, a pessoa sentiria excitação sexual em ser traído ou traída.

A vantagem é que, se um dia você trair seu parceiro e ele for troilista, você não corre o risco de perdê-lo ou de sofrer as consequências da raiva dele, por exemplo.

Por isso vou contar uma história que aconteceu com uma amiga da minha família e que até hoje, contando ninguém acredita.

Troilismo do Márcio e da Andressa

Essa amiga se chama Andressa, e ela era casada até então com o Márcio. Os dois tinham já alguns anos de relacionamento e no início, antes de firmarem um noivado, o namoro era aberto, ou seja, os dois mantinham um compromisso entre si, mas se davam liberdade para ficar com outras pessoas.

Só aí já percebo que os dois são troilistas, correto? Imagine se eu pegasse a pessoa com quem eu estou com um terceiro… saía até morte.

Mas de qualquer forma, os dois se gostavam de verdade e resolveram “crescer”, como eles mesmos disseram, encontrar uma casinha e casar.

Tudo ia bem por alguns anos, mas aquela vontade de variar o cardápio começou a bater tanto para o Márcio quanto para a Andressa.

Ela fazia academia num lugar em que só tinham homens bonitos e solteiros, enquanto ele trabalhava numa empresa que contratava estagiários para trabalhos temporários a cada seis meses. Choviam mulheres de saia lápis debruçadas sobre a fotocopiadora.

Tudo se tratava de tesão na verdade, a relação deles era estranha para o restante da sociedade, mas completamente normal para eles.

O que os impedia de manter aquele relacionamento aberto era justamente a pressão que a sociedade faria em cima se decidissem se rebelar. Então seguiam com a barriga.

Um belo dia, Andressa saiu do trabalho um pouco mais cedo e seguiu para a academia. Ela é uma mulher belíssima, de seios pequenos e corpo violão, com uma cinturinha fina. Tem a pele bronzeada e os cabelos pretos e ondulados. Típica brasileira, com bundão e pernão.

Enquanto fazia suas séries para os glúteos, percebeu que um rapaz não parava de olhar para ela. Quando se deu conta, já estavam se pegando no vestiário masculino. Os homens entravam e saíam, todos só de toalha e alguns com os documentos à mostra.

Ela estava tão a fim de extravasar que intercalava os beijos com aquele rapaz e com os outros também. Quase nua, teve um momento de lucidez em meio a tanta libido e convenceu o moço a ir para a casa dela.

Qual não foi a surpresa dela ao chegar em casa e encontrar o Márcio mandando ver numa novinha do escritório. Por um instante, a novinha e o rapaz ficaram constrangidos. Andressa e Márcio se entreolharam, sem um pingo de raiva, dor, sofrimento ou constrangimento, apenas mais tesão ainda. Ele se desvencilhou da mocinha por um minuto e agarrou Andressa. Quando a novinha e o rapaz ameaçaram sair da casa, os dois falaram, em uníssono:

– Já vão embora? Não querem experimentar uma coisa diferente?

No final, só sei que os agregados acabaram gostando da situação e ficaram. Foi uma verdadeira lambança: todo mundo passou a mão e outras coisas em todo mundo.

Desde o fatídico dia, Márcio e Andressa deixaram de se importar com o que a sociedade fosse achar e voltaram a manter um relacionamento aberto; só que dessa vez, em vez de esconder um do outro, escondiam do resto do mundo.

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