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Uma Reflexão Sobre Andromimetofilia e Ginemimetofilia

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Andromimetofilia e Ginemimetofilia

Andromimetofilia e Ginemimetofilia

 

Andromimetofilia e Ginemimetofilia são dois conceitos complexos, assim como é identidade de gênero, constantemente confundida com orientação sexual.

Portanto, antes mesmo de começar o artigo, vou definir o que são as duas coisas.

A identidade de gênero é o modo com que uma pessoa se enxerga, homem, mulher ou nenhum dos dois.

Dentro desse universo entram os conceitos de travesti, transexual, mulher cis, homem cis, trans não binário e por aí vai.

Isso significa que a identidade de gênero em nada tem a ver com a orientação sexual de uma pessoa, ou seja, trata-se do modo como ela se enxerga, e como gostaria que fosse vista pelas outras pessoas.

Já a orientação sexual caracteriza a identidade de gênero pela qual você se sente atraído.

Se for igual à sua, então você será homossexual.

Se for diferente, então você será heterossexual, e se você se sentir atraído por ambos, será bissexual.

No geral as nomenclaturas são essas, mas como a sociedade está em constante metamorfose, novas nomenclaturas e novos conceitos surgem a cada dia.

Dito isso, esses dois conceitos, de andromimetofilia e ginemimetofilia, ficam relativamente mais fáceis de compreendermos.

O primeiro se trata da atração sexual por pessoas que têm a genitália feminina, mas que preferem se apresentar, na aparência física, como homens.

Da mesma forma, os adeptos da ginemimetofilia já sentem atração sexual por homens trans, drag queens, enfim, todas as pessoas que têm um pênis como órgão sexual, e que por isso deveria ser considerada homem, mas na verdade prefere ser vista como mulher.

Dentro desse quadro, pessoas que considerem atraente “homens” que parecem “mulheres”, são andromimetófalos.

 

Andromimetofilia e Ginemimetofilia: atração sexual é um negócio complexo

 

A gente vê na mídia muita gente famosa e bonita que se sente atraído, ou mesmo ficamos sabendo de meninas que se sentiram atraídas por garotos que eram gays, e por isso nunca chegaram a ter qualquer coisa com eles.

A atração sexual é um campo tão aberto, e depende de tantas outras variáveis, além da forma física, que podemos enxergar a andromimetofilia e a ginemimetofilia quase como um quadro pelo qual todo mundo já passou na vida.

Quem nunca admirou tanto um ativista que chegaria ao extremo de querer ter relações sexuais com ele?

Ou então quem nunca se sentiu tão atraído por uma pessoa e bater com a frustração de ela não se sentir atraída pelo seu gênero?

Uma vez conversei com um coletivo de transfeministas que abriram muitas portas para o que eu realmente acredito sobre as relações sexuais humanas.

Não importa como elas sejam feitas, com quem e nem por quanto tempo, contanto que todas as pessoas envolvidas estejam felizes e as pessoas ao redor respeitem a escolha delas.

Uma das meninas com quem conversei disse o seguinte: “Imagine que mágico seria um mundo em que você pudesse conversar com uma pessoa sem saber qual é a genitália dela, e pouco se importar com isso?”

Acredito que o que ela quis dizer é que nós não devemos nos orientar de acordo com os cromossomos de um indivíduo, mas sim com o que ele é, se nos agrada e se nos atrai.

Uma Reflexão Sobre Andromimetofilia e Ginemimetofilia

Uma Reflexão Sobre Andromimetofilia e Ginemimetofilia

No fim, é possível dizer que nos dias atuais, sentir-se atraído por um homem ou uma mulher trans não se classifica como uma parafilia, mas sim como uma orientação sexual do indivíduo.

Não necessariamente ela será a única, visto que há pessoas que gostam de todos os gêneros, mas esses dois termos, andromimetofilia e ginemimetofilia são passíveis de serem extintos, daqui a algum tempo.

Afinal de contas, não caracterizam nenhum tipo de agressão, imoralidade, nem violência.

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